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Home / Noticias / Investimento Directo de Portugal com o Exterior 2009.4.Set.2010
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
  
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Investimento Directo de Portugal com o Exterior 2009.


De acordo com o Banco de Portugal, no período Janeiro/Novembro de 2009, o fluxo bruto de Investimento Directo do Exterior em Portugal (IDEP) ascendeu a 27,1 mil milhões de euros, do que resulta uma quebra de 6,1% face ao período homólogo de 2008. Com o desinvestimento a ascender a 26,0 mil milhões de euros (-1,5%), resultou um valor de IDE líquido de 1,1 mil milhões de euros, menos 55,3% que em igual período do ano passado.

Em termos sectoriais (por sector da empresa residente), o “Comércio por grosso e a retalho, reparações, alojamento e restauração” registou 37,0% do investimento total e um aumento de 14,9% face ao período homólogo de 2008. Seguiram-se as “Indústrias transformadoras” com 24,1% do IDE bruto total e um crescimento de -30,7%, e as “Actividades imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas”, com 22,1% do total e uma taxa de variação de -9,9%.

 

Por países de origem, a União Europeia, em particular a área do euro, constituiu a principal origem do IDEP com 88,2% do total, tendo registado uma variação homóloga de -5,0%. De destacar os aumentos dos investimentos directos brutos de França e Brasil, respectivamente de 39,0% e 216,4%, em contraste com a quebra de 30,9% da Alemanha.

 

No que respeita ao Investimento Directo do de Portugal no Exterior (IDPE), o respectivo fluxo bruto ascendeu a 6,8 mil milhões de euros, menos 24,9% face a Janeiro/Novembro de 2008. Em termos líquidos atingiu-se o montante de 1,2 mil milhões de euros, que constituiu uma quebra de 42,4%.

 

Sectorialmente (por sector da empresa residente), as “Actividades imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas” registaram 71,0% do investimento total e uma taxa de variação de -21,9%, seguindo-se as “Actividades financeiras” e a “Construção” com 7,8% e 7,0% do IDPE bruto total, respectivamente.

 

A União Europeia, em particular a área do euro, constituiu o principal destino do IDPE absorvendo 59,5% do total e registou um crescimento negativo de 31,2%. Espanha representou 19,0% do IDPE total e observou um crescimento de -15,5%.

 

No que respeita aos países terceiros, os PALOP foram o destino de 8,6% do IDPE total, registando um crescimento de 2,0%. O investimento no Brasil observou uma quebra de 63,5% (5,9% do IDPE bruto total).

Fonte: aicep portugal global





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